Arménio Carlos, secretário-geral da CGTP, afirmou no final da manifestação que “está na hora de Passos Coelho prestar um serviço ao povo e ao país e se ir embora” e anunciou ações diárias de luta até final de março. Em declarações à RTP, o coordenador do Bloco de Esquerda, João Semedo, salientou que só é possível parar a política governamental de empobrecimento do país “se o povo sair à rua em manifestações como esta ou como a que está convocada para 2 de março”.
No final da jornada de luta deste sábado, o secretário-geral da CGTP anunciou a participação na manifestação “O povo é quem mais ordena” de 2 de março e a realização de greves, paralisações e ações de luta diárias por todo o país até final de março.
Arménio Carlos acusou o governo de Passos Coelho de “intrujice”, de recorrer à “manipulação” e de estar a preparar um “assalto às funções sociais do Estado”, com o objetivo de transformar num negócio aqueles que são os “direitos elementares de milhões de cidadãos”, como a segurança social, a educação ou a saúde.
“As funções sociais do Estado são uma questão que diz respeito a todos. Cabe aos trabalhadores, aos pensionistas, a todos os democratas, à população em geral, travar esta tentativa de ajuste de contas com Abril”, afirmou Arménio Carlos, que apontou medidas alternativas e exigiu ao governo que corte com a “despesa inútil e parasitária”.
O secretário-geral da CGTP apontou: um corte nos “8.000 mil milhões de juros pagos aos usurários que fazem negócio com a dívida soberana”; um corte “nos milhões desperdiçados nas negociatas das Parcerias Público Privadas”; um corte “nos chorudos benefícios fiscais aos grandes grupos económicos” ou aos “gestores que auferem salários multimilionários”.
Arménio Carlos, em declarações à comunicação social, acusou o governo de "estar obcecado com os números" e de ignorar as pessoas ao querer baixar as pensões de forma definitiva. O líder da CGTP comentava a notícia do semanário Expresso deste sábado que fala da intenção do Governo de cortar de forma definitiva as pensões acima dos 1.350 euros, às quais está a ser aplicado o imposto extraordinário.
A jornada nacional de luta da CGTP decorreu em 24 cidades e juntou muitos milhares de pessoas.
O Bloco de Esquerda mobilizou e participou nas diversas manifestações. O coordenador do Bloco de Esquerda, João Semedo, participou no Porto e a coordenadora, Catarina Martins, participou na manifestação em Lisboa.
Em declarações à comunicação social, a coordenadora do Bloco perguntou "qual é a resposta do Governo para mais de um milhão de desempregados?” e defendeu que o país precisa de uma inversão urgente de políticas no plano económico e social.
Catarina Martins acusou Passos Coelho: “A forma como o PIB caiu em Portugal e o desemprego aumentou é uma espiral recessiva, um primeiro-ministro que não reconhece isso e não inverte políticas para que haja crescimento económico é alguém que está completamente descontrolado e não tem nenhuma resposta para o país”.
“Pedro Passos Coelho dizia ontem que tinham encerrado as empresas que tinham de encerrar, que não podiam sobreviver, mas qual é a resposta do Governo para mais de um milhão de pessoas que está desempregada e sem acesso ao subsídio de desemprego, é dizer que não podem sobreviver? Mas que Governo é este?”, questionou a coordenador do Bloco considerando que a posição do executivo é “completamente inadmissível”.
Segundo a agência Lusa, Catarina Martins afirmou que é preciso “inverter políticas” e “aumentar o salário mínimo”, porque “só com crescimento da economia se consegue contrariar esta espiral recessiva” e frisou:“Já vimos que com este governo isso não irá acontecer, portanto a demissão do governo é o caminho de todos quantos hoje estão a lutar por Portugal e não aceitam que o país continue neste caminho para o precipício”.
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