O Bloco de Esquerda acusa a CGD de prejudicar “a economia real e a criação de emprego”. A propósito da insolvência de um empreendimento turístico no Alqueva, que prometia criar 500 novos postos de trabalho, a deputada Catarina Martins frisa que o Banco Público está “sem estratégia”, está em “modo Álvaro”.
“OI banco público tem de ter uma estratégia de apoio à economia real, de apoio às PME's, de apoio à criação de emprego” afirma a deputada Catarina Martins, que critica a CGD e o Estado, que “estão sem estratégia, estão 'em modo Álvaro'”.
Nesta quarta feira, foi divulgada a notícia que uma empresa promotora de um empreendimento turístico no Alqueva, “viu-se forçada a apresentar o pedido de insolvência em resultado da falta de acordo quanto ao modelo de financiamento do projeto, que foi comunicada, de forma definitiva, pelo grupo Caixa Geral de Depósitos (CGD), no final do mês de julho”, segundo comunicado da empresa que salientava ainda que “a paragem do projeto implica a perda de cerca de 200 empregos diretos e 300 indiretos, que seriam criados só nesta primeira fase [das obras], e o fim do projeto âncora do destino turístico Alqueva".
Nesta quinta feira, o Bloco de Esquerda reagiu a esta notícia com uma declaração da deputada Catarina Martins à Sic Notícias. Começando por apontar “o projeto do Alqueva sempre teve algumas dúvidas por parte do Bloco de Esquerda, até do ponto de vista ambiental”, a deputada considerou disse que o “mais relevante neste momento é pensar-se qual é a estratégia da Caixa Geral de Depósitos”.
Para o Bloco, “o banco público tem de ter uma estratégia de apoio à economia real, de apoio às PME's, de apoio à criação de emprego” afirma a deputada Catarina Martins, que critica a CGD e o Estado, que “estão sem estratégia, estão 'em modo Álvaro'”.
“O banco público, que responde tão rapidamente a OPA's ou que se vê envolvido em ativos tóxicos, seja em Portugal ou em Espanha, quando se fala de economia real, de financiamento às PME's, de criação de emprego e de manutenção de emprego o banco público está sempre a falhar”, frisa a deputada.
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