quinta-feira, 12 de janeiro de 2012

Professores de ensino especial acumulam novo corte no ordenado

Os professores do ensino especial deixarão de ter direito a uma gratificação que ronda os 80 a 100 euros. A Associação Nacional de Docentes do Ensino Especial acusa o governo de revelar cada vez ”menos interesse pela educação especial e pela educação inclusiva”.
Foto de Daniel Caixeta Queiroz Garcia, Flickr.
Foto de Daniel Caixeta Queiroz Garcia, Flickr.
Através de uma carta enviada pelo Ministério da Educação para as escolas no dia 3 de janeiro, os professores do ensino especial foram informados de que irão deixar de receber entre 80 a 100 euros por mês, respeitantes a uma gratificação na lei desde 1987.
A Associação Nacional de Docentes do Ensino Especial (ANDEE) esclarece que este subsídio tinha como objetivo compensar os docentes pelo seu investimento económico e de tempo com a especialização e também o tempo e os custos associados às deslocações feitas por estes profissionais, dentro do próprio agrupamento, em transporte próprio.
Segundo a ANDEE, serão cerca de 4500 os professores afetados por esta medida, à qual se somam os cortes já anunciados para a função pública.
A associação pondera avançar para tribunal e sublinha que, mais uma vez, o governo revela cada vez ”menos interesse pela educação especial e pela educação inclusiva”.

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