Foi divulgado um manifesto assinado por 50 personalidades, entre as quais Manuel Alegre, João Proença, Carvalho da Silva, António Chora, Boaventura Sousa Santos, Octávio Teixeira e Paula Gil (Geração à Rasca), que defende a CGD integralmente pública, se opõe à privatização de bens públicos essenciais e exige uma auditoria da dívida do país.
Manifesto defende CGD “integralmente pública” - Foto de Paulete Matos
O novo manifesto (aceda amanifesto e subscritores na íntegra), defende a convergência em torno do emprego e da coesão social, recusa qualquer diminuição do papel do Estado no sector financeiro e exige um “escrutínio rigoroso da despesa pública”.
Apelando a “ um programa de salvaguarda da coesão social em Portugal”, o manifesto apresenta quatro pontos essenciais:
- Garantia de que em todas as decisões económicas e financeiras “se coloca o objectivo de promoção exigente do crescimento e do emprego”.
- “Escrutínio rigoroso da despesa pública, auditando a dívida do país, sobretudo a externa”.
- “Que a educação, a saúde e a segurança social, bem como outros bens públicos essenciais como os correios, não podem ser objecto de privatização”.
- Recusa de “qualquer diminuição do papel do Estado no sector financeiro” e defesa da Caixa Geral de Depósitos “integralmente pública”.
O manifesto sugere ainda que “a presença da OIT nas negociações entre o governo e a troika FMI-BCE-CE seria um sinal construtivo muito importante”.
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