Paralisação no Serviço de Ortopedia do Hospital Dr. Nélio Mendonça visa protestar contra a degradação das condições de trabalho “de forma premeditada, em favor da actividade privada”.
Hospital Dr. Nélio Mendonça, no Funchal
No comunicado divulgado pelo SIM, os médicos afirmam que tomaram a decisão de fazer a greve porque “gostam do que faziam... e vêem o seu trabalho de anos a ser destruído, de forma premeditada, em favor da actividade privada”.
O panorama descrito é devastador: “Unidades encerradas, camas retiradas ao serviço, médicos de prestígio a aposentar-se antecipadamente ou a serem compelidos a pedirem exoneração da Função Pública.”
A greve, justifica ainda o comunicado, é para defender melhores condições para atender os doentes, mais tempos operatórios, manutenção de resposta em cirurgia operatória de crianças, entre outras medidas.
Os médicos denunciam ainda “o desvelo persecutório, consubstanciando-se em inquirições e processos disciplinares, perseguições , humilhações e pseudo-disciplina".
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