quarta-feira, 18 de agosto de 2010

Gangue de Mário Machado condenado

O líder do gangue dos "hammerskins" foi condenado a 7 anos e 2 meses de prisão pelo Tribunal de Loures pelos crimes de coação, roubo, sequestro e posse ilegal de arma. Mas apenas dois dos restantes sete acusados tiveram penas de prisão efectiva.
Para além de Machado, também Rui Dias foi condenado a nove anos de prisão efectiva, Fernando Massas Gonçalves a sete anos e dez meses de prisão efectiva. Foto my_southborough/Flickr
Para além de Machado, também Rui Dias foi condenado a nove anos de prisão efectiva, Fernando Massas Gonçalves a sete anos e dez meses de prisão efectiva. Foto my_southborough/Flickr
O Tribunal de Loures considerou que não ficou provado o crime de acusação de associação criminosa, o que veio atenuar as penas a que estavam sujeitos.
Segundo a agência Lusa, outros quatro elementos do gangue foram condenados neste julgamento: Rui Dias a nove anos de prisão efectiva, Fernando Massas Gonçalves a sete anos e dez meses de prisão efectiva, Nuno Cerejeira a dois anos e dois meses de prisão com pena suspensa por igual período e João Dourado - um dos profanadores que vandalizaram as campas do cemitério judaico de Lisboa em 2007 - acabou condenado a dez meses de prisão, mas com pena suspensa por um ano.
Os cinco foram condenados por dois crimes de coação, três de roubo, três de sequestro e dois de posse ilegal de arma. A actuação dos "hammerskins" passava por aliciar as vítimas com negócios de tráfico de drogas, atraindo os compradores para um local onde se mantinham sequestrados e os espancavam e torturavam até obterem o dinheiro pretendido para a libertação.
Bruno Monteiro - já condenado a dois anos com pena suspensa por agredir um estudante na Fac. Letras de Lisboa durante a pintura dum mural antifascista -, Bruno Ramos e Nuno Themudo - que foi condenado a 17 anos pelo assassinato racista de Alcino Monteiro em 1993 no Bairro Alto - acabaram este julgamento absolvidos de todas as acusações.
 


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