| O Ministro Vieira da Silva adiantou que “ainda não está determinada a comparticipação do Estado, mas essa informação será divulgada muito em breve. De acordo com a imprensa, essa comparticipação será superior a 40%, podendo portanto ascender a mais de 5 milhões de euros. De acordo com a administração da empresa NavalRia, este projecto vai originar 36 novos postos de trabalho. A mesma empresa NavalRia, foi recentemente isentada pela autarquia de Aveiro do pagamento de IMI e IMT, sendo que um dos deputados municipais que aprovou essa isenções afirmou que “a Martifer é uma empresa próxima do Governo”. Assim, o Bloco de Esquerda questiona o Governo, através do Ministério da Economia e da Inovação, sobre se a construção deste navio-hotel de luxo será comparticipada pelo Estado? Em que montante? Porque considera o seu Ministério que a construção de um navio-hotel de luxo como sendo de enorme relevância e importância para a sociedade, que justifique a atribuição de uma elevada quantidade de verbas públicas? Notando que a atribuição de verbas públicas à construção do navio-hotel de luxo poderá ser superior a 15 anos de salário médio por cada emprego alegadamente criado, e atendendo ao elevado nível de desemprego do distrito, como justifica o seu Ministério esta política de investimento que beneficia uma empresa, sem o consequente retorno social e criação de emprego? Veja aqui as perguntas ao Governo. |
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