Para o governador do Banco de Portugal, o governo não conseguirá controlar o défice sem aumentar alguns impostos indirectos. Louçã diz que um aumento do IVA será "um erro fundamental”.
“A redução do défice vai exigir novas e difíceis medidas de contenção da despesa e, presumo, alguns aumentos de impostos indirectos”, disse Vítor Constâncio na abertura da conferência sobre o Estado e a competitividade da economia, organizada pela Antena 1 e pelo Jornal de Negócios.
A hipótese de aumento do IVA tem sido até agora negada pelo governo e o primeiro-ministro voltou a reafirmá-lo em reacção às palavras de Constâncio. "Faremos uma consolidação orçamental com base na redução da despesa, não no aumento dos impostos, o que seria negativo para a nossa economia. E o senhor governador concorda que este não é o momento para aumentar impostos", afirmou José Sócrates à RTP.
Francisco Louçã não acredita nas intenções anunciadas por Sócrates e diz que #é evidente que o Governo se prepara para aumentar o IVA”, mas que este é um imposto que “aumenta a injustiça”. No final de uma conferência com estudantes sobre os 100 dias do Governo, o deputado bloquista acusou Sócrates de liderar "um Governo de despesismo e que, apesar disso, se atreve a virar para os trabalhadores da função pública para dizer que vão perder salários e que recusa o aumento do acesso ao subsídio de desemprego”.
Louçã não perdoa ao Governo ter permitido “que se percam mais de dois mil milhões de euros em contrapartidas dos contratos militares, que seriam encomendas para a economia portuguesa e não foram feitos”.
“Isso é mais que um ou dois por cento do IVA, mas o Governo quer aumentar os impostos e não vai fazer o que seria rigoroso, aproveitar o que existe para distribuir melhor numa economia que precisa como do pão para a boca dessa criação de emprego e dessa expansão”, concluiu.
A hipótese de aumento do IVA tem sido até agora negada pelo governo e o primeiro-ministro voltou a reafirmá-lo em reacção às palavras de Constâncio. "Faremos uma consolidação orçamental com base na redução da despesa, não no aumento dos impostos, o que seria negativo para a nossa economia. E o senhor governador concorda que este não é o momento para aumentar impostos", afirmou José Sócrates à RTP.
Francisco Louçã não acredita nas intenções anunciadas por Sócrates e diz que #é evidente que o Governo se prepara para aumentar o IVA”, mas que este é um imposto que “aumenta a injustiça”. No final de uma conferência com estudantes sobre os 100 dias do Governo, o deputado bloquista acusou Sócrates de liderar "um Governo de despesismo e que, apesar disso, se atreve a virar para os trabalhadores da função pública para dizer que vão perder salários e que recusa o aumento do acesso ao subsídio de desemprego”.
Louçã não perdoa ao Governo ter permitido “que se percam mais de dois mil milhões de euros em contrapartidas dos contratos militares, que seriam encomendas para a economia portuguesa e não foram feitos”.
“Isso é mais que um ou dois por cento do IVA, mas o Governo quer aumentar os impostos e não vai fazer o que seria rigoroso, aproveitar o que existe para distribuir melhor numa economia que precisa como do pão para a boca dessa criação de emprego e dessa expansão”, concluiu.
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