Fiquei há uns tempos surpreendido com essa sugestão de Monumento ao TECELÃO por uma pessoa do Vale Alto, o João Formiga.
Os Mindericos faziam todo o trabalho, mulheres a tecer e homens a cardar, tudo à luz de candeeiros e depois de "pitromaxes". Os filhos faziam canelas a ajudar e quando estavam cansados dormiam em cima das mantas o sono da criança, o que era um regalo para os mais velhos o ver dormir os mais novos.
NÃO HAVIA EXPLORAÇÃO DE MENORES porque, quando estes queriam ir brincar, os pais nunca se opunham, antes pelo contrário até os incentivavam a ir.
Depois vieram migrantes de outras terras e estão cá hoje muitos Alentejanos e descendentes que vieram à procura de melhor vida, precisamente para as mantas.
Depressa aprendiam a urdir teias, a tecer, a fazer canelas e franja.
Cardar era então para os Mindericos pois, cada um queria dar um toque especial na cardação como diziam, só eles sabiam e cada um tinha o seu segredo para ficar melhor, mais macia, que a do vizinho.
Há aí muita gente que não conheceu o que era Minde na altura dos teares manuais, antes das malhas.
Vamos todos mimar, acarinhar e apoiar esta ideia para ficarmos com dois ex-libris no centro de Minde, o Coreto e o Monumento ao Tecelão, sendo este último o indicativo das verdadeiras raizes de Minde e do nascimento do Calão Minderico.
Porque fiquei muitíssimo sensibilizado, esta é uma obra que o BE Alcanena vai defender para a Minde!
Os Mindericos faziam todo o trabalho, mulheres a tecer e homens a cardar, tudo à luz de candeeiros e depois de "pitromaxes". Os filhos faziam canelas a ajudar e quando estavam cansados dormiam em cima das mantas o sono da criança, o que era um regalo para os mais velhos o ver dormir os mais novos.
NÃO HAVIA EXPLORAÇÃO DE MENORES porque, quando estes queriam ir brincar, os pais nunca se opunham, antes pelo contrário até os incentivavam a ir.
Depois vieram migrantes de outras terras e estão cá hoje muitos Alentejanos e descendentes que vieram à procura de melhor vida, precisamente para as mantas.
Depressa aprendiam a urdir teias, a tecer, a fazer canelas e franja.
Cardar era então para os Mindericos pois, cada um queria dar um toque especial na cardação como diziam, só eles sabiam e cada um tinha o seu segredo para ficar melhor, mais macia, que a do vizinho.
Há aí muita gente que não conheceu o que era Minde na altura dos teares manuais, antes das malhas.
Vamos todos mimar, acarinhar e apoiar esta ideia para ficarmos com dois ex-libris no centro de Minde, o Coreto e o Monumento ao Tecelão, sendo este último o indicativo das verdadeiras raizes de Minde e do nascimento do Calão Minderico.
Porque fiquei muitíssimo sensibilizado, esta é uma obra que o BE Alcanena vai defender para a Minde!
Américo Almeida Manha
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